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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Boletim 27 de Novembro de 2011

PG´s 28/11 a 02/12

Expedição 316

Carta 3


À Igreja Brasileira,

pastores, líderes, pais e adolescentes, saudações em Cristo. Esta é a terceira carta que lhes escrevo sobre as causas do desvio de adolescentes e jovens. Planejo escrever cinco cartas, cada uma apresentando uma causa que exige sua atenção. Nesta carta quero falar sobre a transição da fé.

Apoiado em pesquisas que temos feito sobre o assunto, já escrevi mais detalhadamente sobre esse tema, aqui desejo me deter sobre ações práticas que devemos tomar no enfrentamento do desvio a partir dessa causa. As pesquisas mostram que o desvio de pessoas que se converteram na infância e adolescência é grande, e os filhos de famílias evangélicas tendem a se desviar mais do que aqueles criados em outros ambientes religiosos. A partir destes dados e do conhecimento sobre o funcionamento do cérebro dos adolescentes, nasceu uma hipótese sobre o processo que leva ao desvio por causa da transição da fé.

Lembrando que nosso culto é racional ou lógico (Rm 12:1), é fácil perceber que o funcionamento do cérebro das crianças e dos adolescentes é muito diferente. Tanto uns como outros, podem se apresentar a Deus vivos, santos e agradáveis, mas isso se dará de um modo bem diverso. As crianças têm o que podemos chamar de fé afetiva, baseada na lógica de que, se todas as pessoas que amam crêem de determinada forma, elas também devem crer assim. O testemunho do Evangelho, desse modo, tem predominância em levar as crianças a entregarem-se a Cristo, principalmente quando vem dos pais. Já os adolescentes desenvolvem uma capacidade verbal e argumentativa bastante ampla nos primeiros anos a partir da puberdade. Essa capacidade de discutir sobre tudo é a essência da expressão “culto racional” onde 'racional' significa literalmente 'da palavra'. Ser capaz de falar sobre a fé e testemunhar, discutir aspectos conflitantes até harmonizá-los, fazer perguntas, dar respostas – isso faz com que a fé do adolescente, que podemos chamar de racional, seja virtualmente diferente da fé da criança.

Com o desenvolvimento da capacidade de abstração, na medida em que o raciocínio se torna mais apto e mais veloz, a fé argumentativa se sublima facilmente, e o diálogo dirigido às outras pessoas vai se tornando mais e mais um diálogo do adolescente com Deus. Assim a fé lógica se qualifica e se torna relacional. Essa transição do verbal para o relacional tende a ser mais natural, mais fácil, um passo dentro do mesmo âmbito. Contudo, aquela passagem entre a fé afetiva e a fé racional parece ser um degrau muito maior e mais difícil de ultrapassar, principalmente para os filhos dos crentes. Isso explicaria a questão do desvio.
Muitos adolescentes que vêm de contextos não evangélicos, chegam à fé a partir de muita argumentação, questionamento e conciliação mental. Portanto, a fé que desenvolvem é genuinamente racional e atualizada com sua capacidade mental. Mas há muitos outros adolescentes não crentes que vêm para a Igreja em busca de afetividade, amigos, diversão, namoro, compreensão para suas dificuldades de ajuste etc. Esses, mais aqueles adolescentes nascidos na igreja e que não tiveram a oportunidade de avançar para a fé racional, permanecerão imaturos, com uma fé desatualizada de sua capacidade mental.

O grande problema é que, na medida em que o adolescente deixa o ambiente protegido do ensino fundamental e enfrenta uma realidade mais exigente no ensino médio e depois na faculdade, a fé afetiva não é suficiente para mantê-lo espiritualmente vivo e ativo. Sentir-se aceito, amado e acolhido na Igreja gera uma fé que mantém a criança conectada à Igreja e a Cristo; adolescentes e jovens precisarão de muito mais do que isso. Quando os professores do ensino médio e da faculdade, dotados da soberba irrefletida de quem tem pouca ciência, começam a ridicularizar a fé dos adolescentes, e a repetir hipóteses marqueteadas pelos céticos como se fossem verdades absolutas, a fé em Cristo cai na categoria dos contos de fada. Essa pressão é muitas vezes aumentada pelos colegas que já não têm uma fé viva e procuram convencer o adolescente evangélico a pecar. O apelo do grupo e dos prazeres da sensualidade, os pecados da mocidade, farão o restante.

De um lado o adolescente não pergunta de outro lado os adultos não respondem. Fica a dúvida oculta. Parece ser tabú o adolescente que cresceu na Igreja questionar a fé. É preciso superar isso, deixar perguntar e responder: Ensinar. Recente li no livro “Almost Christian” (Dean, 2010) que trata da religiosidade inútil que está contaminando a nova geração de evangélicos nos Estados Unidos um pensamento que me fez refletir até em minhas próprias atitudes. A autora disse “Nos não temos depositado na conta deles: nós ensinamos baseball para os jovens, mas apenas os expomos à fé. Nós provemos treinamento e oportunidades para que os jovens desenvolvam e melhorem seus lançamentos (baseball) e sua pontuação SAT (teste para admissão na universidade), mas nós displicentemente assumimos que a identidade religiosa vai acontecer por osmose, emergindo quando o jovem estiver pronto (uma confiança que geralmente nos falta quando o assunto é, digamos, álgebra).”

Ensinar o Evangelho como ensinamos matemática, é isso que está faltando para diminuirmos o desvio por causa da transição da fé. Na medida em que nossos adolescentes entram na puberdade, devemos aproveitar a tagarelice deles para treiná-los em falar sobre sua fé. Eles devem ser capazes de discutir os mais variados temas relacionados ao Evangelho. Devem ter, na ponta da língua, respostas para porque não fazer sexo antes do casamento, porque falar sempre a verdade, porque não resolver questões com violência etc. Precisamos apresentar os temas, repetir quanto for necessário, dar exercícios, corrigir, verificar se aprenderam, recordar, enfim, precisamos ensiná-los a responder a quem questionar sua fé.

Na medida em que vão avançando adolescência adentro, devemos insistir em que aprendam a se relacionar com Deus de maneira pessoal e efetiva. Faremos isso da mesma forma como se estivéssemos ensinando gramática. Novamente explicaremos, apresentaremos exercícios, corrigiremos erros, levaremos o mandato de fazer discípulos e ensinar todas as coisas que Jesus nos ensinou ao limite.

Pastores, líderes e pais, rogo que vocês se apliquem ao ensino da fé. Apliquem-se a isso, porque é mandado de Cristo. Apascentem as ovelhas mais jovens, os cordeiros, porque essa será a evidência de seu amor a Cristo. Tenham certeza de que seus adolescentes e jovens chegaram a uma fé racional e relacional, isso evitará que milhares de nossos adolescentes sejam fisgados, seduzidos e arrastados para o mundo.

Seu para evangelizarmos todo mundo,

José Bernardo
AMME Evangelizar
Guia PG JUNIORS - 23 de Novembro


sábado, 19 de novembro de 2011

Boletim 20 de Novembro de 2011


Carta 2 AMME EVANGELIZAR

À Igreja Brasileira,


pastores, líderes, pais e adolescentes, saudações em Cristo. Nesta segunda carta de cinco que planejo escrever sobre as causas do desvio de adolescentes e jovens quero falar sobre a participação deles na Igreja.

Sabemos que um membro por muito tempo inativo entra em um processo de estagnação e morte, colocando em risco todo o corpo. A circulação é prejudicada, os nervos se deterioram, a musculatura entra em colapso até que a situação seja irreversível. Pessoas imobilizadas nos hospitais passam por isso com frequência indesejável. Paulo usou essa ideia para falar da saúde da Igreja: “Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função.” Ef 4:16.

Para Paulo a Igreja só é sadia, só cresce e se fortalece quando cada parte realiza sua função. Infelizmente, na maior parte das igrejas os adolescentes não participam do movimento do Corpo (muitos adultos também não) e estão se estagnando. O sangue de Cristo não circula por eles, os impulsos do Espírito não os movimentam, eles perdem as forças e morrem aos poucos, causando dano também para o restante da igreja.

Não estou falando de qualquer atividade, afinal os adolescentes fazem acampamentos, praticam esportes, assistem filmes, fazem festas de aniversários, tem suas reuniões e em muitas igrejas participam de um culto separado. Mas todo esse ativismo não impede que estejam virtualmente separados do Corpo de Cristo. Deixe-me explicar isso melhor, apontando para alguns aspectos do que estou chamando de não participação.

Desconexão: Quer porque os adultos não se dispõem a se relacionar com eles, quer porque uma cultura ímpia os afasta dos adultos, os adolescentes ficam segregados na igreja. A prática de exclusão mútua faz com que os adultos não se beneficiem dos dons dos adolescentes e esses não se beneficiem dos dons dos adultos. Ambos são prejudicados. Esse é um dos aspectos da separação que produz estagnação e desvio: marginalizados em seu cultinho, isolados do pastoreio, invisíveis em seu gueto, os adolescentes não estão conectados com os outros membros da igreja. O contato saudável entre adultos e adolescentes, na oração, no discipulado, em atividades comuns é essencial para a saúde de todos e principalmente dos próprios adolescentes.

Desorientação: Embora haja muita atividade de adolescentes, já que são tão ativos, frequentemente tais atividades não são orientadas para cumprir a missão da Igreja. Em tempos em que muitas igrejas perderam de vista a própria missão bíblica, os adolescentes ficam ainda mais distantes de realizarem atividades com relevância missional. O ativismo espiritualmente inútil, mesmo que inclua algumas boas obras conforme o mundo, não resulta em cooperação com o Espírito Santo, não produz frutos eternos que agradem a Deus e justifiquem a permanência na videira. Sabemos que os ramos que não produzem frutos são cortados e lançados fora. Porque seria diferente com os adolescentes? Sua juventude não justifica que sejam tratados como meio crentes. A missão da igreja é manifestar o Evangelho de tal forma que as pessoas se submetam ao governo de Deus em Cristo. Chamamos isso de evangelização. Essa é a missão que deve caracterizar as atividades dos adolescentes para que sejam efetivamente parte da Igreja, crentes integrais.

Desconcentração: A Igreja tem aceito o pensamento mundano de que a adolescência é um tempo de férias, diversão, folga e distração. Parece que não se aplica aos adolescentes o chamado do Getsêmani: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mc 14:38. Por toda parte encontramos líderes de adolescentes preocupados com que filme vão exibir, como organizar a próxima festa, qual música será mais do gosto dos adolescentes. Ocupados em maximizar o prazer sensual/ sensorial dos adolescentes, tais líderes não percebem que dando muito mais atenção à carne do que ao espírito estão levando os adolescentes por um caminho de separação e morte. É preciso por um fim ao 'ministério de entretenimento' e ensinar aos adolescentes que não estão em um playground mas em um battleground (A. W. Tozer), em um campo de batalha. O ataque do inimigo não será mais ameno porque eles são adolescentes, eles precisam levar a sério sua vida espiritual e se concentrar em vencer a batalha para a qual foram chamados como verdadeiros soldados.

Desincumbência: Discute-se novamente a redução de idade para a maioridade penal. Sempre que essa discussão é reiniciada um coro de vozes se levanta para absorver os adolescentes de qualquer responsabilidade civil. É fato que os adolescentes tem um cérebro diferenciado, desenhado por Deus para muitas atividades importantes, mas não para avaliar consequências de longo prazo em suas ações. Porém, isso apenas indica que os adolescentes precisam estar plenamente integrados a adultos em um grupo, família ou igreja, para serem completos em suas funções sociais. Dar ampla 'liberdade' individualista aos adolescentes e tirar-lhe as responsabilidades porque não podem assumi-las sozinhos é sinal de uma sociedade profundamente corrompida pelo pecado. É assim que acontece o estímulo ao sexo com o apoio ao aborto, para citar apenas um exemplo que tem afetado inclusive a Igreja. Quando desincumbimos os adolescentes de responsabilidades porque não nos dispomos a manter os vínculos complementares que os ajudarão a cumprir seu papel social, os estamos condenando ao desvio e à destruição. Os adolescentes precisam ser responsabilizados pela Igreja.

Desvalorização: Já vimos bastante desse conceito de exclusão – você é adolescente então não é do Corpo. Mas algo que também tem motivado a separação é a falta de consciência da importância dos adolescentes como membros funcionais. Os adolescentes tem dons específicos, peculiares, que são substituídos por outros quando se tornam adultos. Os dons dos adolescentes não amadurecem, são substituídos. Os dons dos adolescentes são maduros e urgentemente necessários na Igreja. Deus os dotou de capacidades e eles desenvolvem habilidades importantes para a saúde da Igreja. Sem eles o Corpo fica deficiente, menos capaz, aleijado. É mal sinal que os crentes não percebam isso e por isso continuem a excluir os adolescentes. Tenho que dizer que a igreja não superará o desvio de adolescentes se não perceber neles a importância que têm para a saúde do Corpo de Cristo e efetivamente incluí-los.

Peço a vocês, pastores, líderes e pais que atentem para isso, que os adolescentes estarem sob o mesmo teto não significa que estejam participando do Corpo. Pela compaixão de Cristo, pelo amor de Deus, incluam os adolescentes como membros plenamente funcionais, como alvos e como agentes da evangelização, missão da Igreja. A vocês, adolescentes, peço que não se façam de rogados, não esperem ser chamados, sejam verdadeira Igreja agora, verdadeiros membros. Essa é uma medida prática para enfrentar o desvio de adolescentes.
Seu para evangelizarmos todo mundo,
José Bernardo AMME Evangelizar

www.evangelizabrasil.com
Conheça o Site da AMME EVANGELIZAR


Informações da Semana

domingo, 13 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ministério Amme Evangelizar

Durante as próximas semanas vamos publicar em nosso boletim 5 cartas escritas pelo Pr. José Bernardo, (reproduzidas a partir do site), coordenador da AMME EVANGELIZAR (www.evangelizabrasil.com), ministério que tem como objetivo apoiar as igrejas no evangelismo de adolescentes e jovens. Seu desejo com estas cartas é nos mostrar a urgência na mudança em como encaramos nossa juventude e sua evangelização.

À Igreja Brasileira,
pastores, líderes, pais e adolescentes, saudações em Cristo. Nessa primeira carta desejo refletir com vocês sobre a qualidade da evangelização que temos oferecido a nossos adolescentes.

Muitos de vocês sabem que, por causa do entendimentos que alcançamos sobre o crescimento da Igreja, através da pesquisa SUPER20, decidi dedicar dois anos de minha vida e ministério para promover a inclusão dos adolescentes como alvos e como agentes da evangelização. Nesse esforço, tenho que lidar com o desvio de adolescentes, um problema atual e intenso, que prejudica a vida de muitas pessoas e enfraquece a igreja. Como parte desse enfrentamento, quis escrever cinco cartas a vocês, cada uma apresentando um dos principais motivos de desvio de adolescentes.

Nessa primeira carta quero falar sobre a qualidade da evangelização que estamos oferecendo aos adolescentes. Se a casa espiritual dos adolescentes está caindo, é porque sua construção não está fundamentada na rocha de um cristianismo verdadeiramente bíblico, sua religiosidade não está firmada no entendimento e na prática da Palavra de Deus. A casa que cai é aquela que se constrói sobre a areia. Nós somos responsáveis por oferecer o alicerce espiritual aos adolescentes. Nossas pregações, eventos, nosso exemplo em casa, dão aos adolescentes a base sobre a qual construirão sua vida. Se o resultado está sendo o desvio, uma das coisas que precisamos avaliar é a qualidade do que temos ensinado a eles.

Na semana passada, voando de São Paulo para Paris, sentou-se ao meu lado um casal em lua de mel. Soube que o rapaz é recém convertido, está se preparando para o batismo, sonha em plantar uma igreja na comunidade onde mora… uma igreja Romana. Sim, um jovem criado em uma das maiores igrejas batistas de São Paulo, se desviou, encantou-se com o liberalismo teológico, depois com o ateísmo e finalmente, em um momento de muito desespero, voltou-se para o catolicismo romano. Uma possível razão? A enorme lacuna entre a pregação e a prática do pai, líder na igreja, que traiu a esposa e abandonou a família. Conversei com aquele jovem, longamente, e insisti em que ele se submeta ao Reino de Deus em Cristo, que sacrifique ao Senhor sua vontade, seu futuro, suas decisões. É a chance dele sair de um caminho de ilusão e enganos.

As duas principais tendências teológicas na Igreja, tendências que estão ocupando mais e mais nossos púlpitos e mentes, são solos arenosos, muito semelhantes entre si e não servem como base para a fé perseverante. Basicamente sua proposta é nos sentirmos bem e, eventualmente, fazermos os outros se sentirem bem também. A doutrina da prosperidade ou versão evangélica da teologia da libertação, ambas promovem essa religião terapêutica e humanista, focada na felicidade humana, distante do cristianismo bíblico. De Deus, fazem um servo dos homens; da Bíblia, fazem um livro de histórias; Da Igreja, fazem um meio para alcançarem seus objetivos. É uma crença deficitária, sem suporte espiritual; não serve como alicerce para os adolescentes e é horrível pensar que é apenas isso que eles estejam ouvindo.

No espiritismo, no budismo, em palestras de auto-ajuda eles poderiam ouvir a mesma coisa. Precisamos restaurar a fé centrada em Cristo, que leva os crentes a se dedicarem a agradar a Deus e a fazer a vontade dEle. Precisamos restaurar a mensagem do Reino: Deus em Cristo governando o mundo, estabelecendo Sua vontade perfeitamente boa. Precisamos lutar contra uma religião de trocas e conveniências, de egoísmo e egocentrismo, de direita ou de esquerda. Cristo no centro e o homem a seu serviço, assim deve ser. Isso precisa se refletir no testemunho que os adolescentes recebem de nós e na pregação que fazemos a eles, na orientação pastoral, na instrução familiar e no discipulado.

Rogo a vocês que se esforcem, como eu também, para viverem em submissão a Deus e levarem os adolescentes a submeterem suas vontades, seus desejos, seus sonhos e planos a Cristo: Que nós e eles possamos dizer: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim;” Gl 2:19, 20.

Seu para evangelizarmos todo mundo,

José Bernardo
AMME Evangelizar

PS. No PACIFICADORES, nossa escola de liderança para adolescentes e jovens, vai enfatizar o Reino ou Governo de Deus sobre nós. Envie adolescentes e jovens de sua igreja. De 7 a 21 de janeiro, PACIFICADORES vai treiná-los para perseverarem na fé e equipá-los para ajudarem a outros. Para mais informações veja www.pacificadores.org

PG´s da Semana

Treinamentos 2012



Estamos caminhando como ministério buscando o aperfeiçoamento para alcançarmos de forma abrangente e objetiva nossa juventude. Temos orado, buscado na palavra e a orientação do Espírito Santo de Deus para conduzirmos nossos jovens e adolescentes. Também temos observado o que tem acontecido no Brasil no que diz respeito a juventude, buscando participar de treinamentos, cursos e congressos que nos ajudem na manutenção do nosso ministério.

Dentro deste propósito, queremos investir na vida de 4 jovens, enviando-os para participar de treinamentos que ocorrerão no próximo mês de janeiro. O primeiro é o treinamento da AMME EVANGELIZAR que apóia igrejas na área de evangelismo, desenvolvendo um trabalho grande com o alcance de crianças, jovens e adolescentes. Este treinamento é especifico para adolescentes e jovens de 14 a 24 anos e acontecerá dos dias 07 a 21 de janeiro em São Paulo. O segundo é o já qualificado treinamento de líderes de juventude da MPC (Mocidade Para Cristo)que acontecerá em Belo Horizonte dos dias 17 a 27 de janeiro.

Para enviarmos nossos jovens precisamos de apoio financeiro. Os custos para a participação são:

AMME EVANGELIZAR: 490,00 reais por participante + 250,00 de transporte até São Paulo (ida/retorno).

MPC: 690,00 reais por participante + 100,00 de transporte ( até BH (ida/retorno).

Se você tem disponibilidade para ajudar e sente Deus te direcionando para isso, procure o Nícolas e saiba mais informações.
Janeiro 2012


Atenção Juniors, adolescentes e jovens! Dos dias 12 a 22 de Janeiro realizaremos nosso projeto missionário «Expedição 316". São apenas 40 vagas. Em breve divulgaremos a cidade para onde iremos! Não fique de fora! Inscrições no Stand GT! PARTICIPE!
Boletim 13 de Novembro de 2011


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CARAVANA MINAS GERAIS TEEN BRASIL


25 a 28 de Janeiro - Congresso Teen Brasil Juventude Batista Brasileira

Você quer viver uma grande experiência com Deus e ainda passear pelo Rio de Janeiro? Dos dias 25 a 28 de Janeiro acontecerá o Teen Brasil 2012 em Rio Bonito/RJ, o congresso de adolescentes da Juventude Batista Brasileira! Se você é de Minas e quer participar, esta é a sua chance! Este ano o tema do congresso é Família e com certeza Deus vai falar muito com você!

Nossa caravana sairá às 22h do dia 24 de janeiro a princípio de Timóteo (dependemos de onde more a maioria dos interessados). Por isso se você quer participar, nos procure o mais rápido possível! As inscrições vão até dia 15 de janeiro.

PROGRAMADO

No dia 25, vocês serão recepcionados de forma bem especial, a partir das 15 horas. A noite teremos um jantar, abrindo o congresso. A programação termina no dia 28, com almoço. Nossas celebrações serão bem diferentes! Durante o congresso também teremos recreação e ginastiquinhas com @oslocomotions, TV Teen Brasil e surpresas especiais para você e sua família. Se você pensa que já conhece o Teen Brasil, prepare-se para se surpreender!

FESTA TEMÁTICA

A festa temática será realizada na noite do dia 27. O tema abordado será "circo".

LOCAL

Acampamento Batista Fluminense Rodovia BR 101 KM267 - Rio Bonito - RJ Próximo o posto de Polícia Rodoviária e a UPA 24h

29 e 30 de Janeiro - Passeio Rio De Janeiro

Após o congresso Teen Brasil, passaremos dois dias passeando pelo Rio de Janeiro. Visitaremos os seguintes pontos turísticos: Região dos Lagos, Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Ilha de Paquetá, Jardim Botânico, Lagoa Rodrigo de Freitas e às noites conheceremos os shoppings locais. Retornamos a Minas no dia 30 de Janeiro às 18h. Ficaremos em hospedagem econômica para suavizar os custos onde será servido somente café da manhã.

VALORES

ÔNIBUS

O valor do ônibus saindo de Timóteo, passando por Rio Bonito e pelo Rio de Janeiro, com translado dentro da cidade é de R$150,00 . O valor deverá ser pago pelo participante até o dia 15 de janeiro.

TEEN BRASIL

O valor do congresso é Até 30/11/2011 = R$180,00 (cento e oitenta reais)
A partir 01/12/2011 = R$190,00 (cento e noventa reais)
O valor inclui: hospedagem, café da manhã, almoço, jantar, kit congressista.
Pague em 4x de R$ 45,00 Boleto nos meses:
out/2011 | nov/2011 | dez/2011 | jan/2012
Cartão de Crédito -
Pague parcelado em até 12x pelo cartão
Cartão de Débito - Pague pelo cartão de Débito.

IMPORTANTE: As inscrições para o congresso devem ser feitas pelos participantes direto no site da Juventude Batista Brasileira: www.juventudebatista.com.br/inscricao

PASSEIO

O valor do investimento para o passeio é R$150,00. Este valor inclui as entradas para o Cristo Redentor, Pão de Açúcar, barca para Paquetá (ida e volta), entrada para o Jardim Botânico e despesa com hospedagem. Durante nossa estadia no Rio, ficaremos em local de hospedagem econômica, onde será servido somente o café. Gastos com lanches, almoço, jantar e passeios não incluídos neste valor ficam por conta do participante da caravana. O valor deverá ser pago pelo participante da caravana até o dia 15 de janeiro.

Roteiro:
28/01: Praia Região dos Lagos e hospedagem no Rio com ida a shopping local.
29/01: Manhã Cristo Redentor / Tarde Ilha Paquetá / Noite Descanso e shopping local.
30/01: Manhã Pão de Açúcar / Tarde Jardim Botânico / Noite Retorno a Minas.

(31) 3849-9216 com Nícolas ou contato@geracaotimoteo.com.br

terça-feira, 8 de novembro de 2011